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sexta-feira, 17 de agosto de 2007
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Começa disputa pelo 4º Midias Cup
Começa disputa pelo 4º Midias Cup 14/8/2007 17:56:00
A primeira rodada do Mídia's Cup, campeonato de futebol society, promovido pelo Grupo de Mídia São Paulo, que reúne anualmente profissionais de mídia das principais agências do País, hoje (14/08), às 20h30, no Bola Brasil, Av. Alberto Augusto Alves, 151, próximo a ponte João Dias. Serão quatro jogos: Leo Burnett X Neogama; Fischer X Lew Lara; J. Walter Thompson X Eugênio; e DPZ X África. Após o Torneio Início, espécie de aquecimento para o certame realizado no dia 7 de agosto, os jogos passam a valer pontos para a classificação nas quartas de finais. A prévia teve 15 jogos disputados com muita garra pelas equipes, dando vitória à Leo Burnett, por 5 X 0 no embate com a Fischer. A Leo foi a vencedora do 3º Mídia's Cup, realizado no ano passado. O Mídias Cup é um evento idealizado pela divisão de integração do Grupo de Mídia São Paulo (GMSP) e visa estreitar o relacionamento entre os mídias das principais agências de São Paulo e o Grupo de Mídia São Paulo. O evento é produzido pela MV Sports e conta com patrocínio da Globosat Canais. Durante todo o campeonato, o site comercial da Globosat trará a cobertura oficial e exclusiva do Mídia's Cup, com boletins semanais realizados pelo SporTV. O www.globosatcomercial.com.br divulgará resultados das partidas, fotos, vídeos, comentários e tabelas dos jogos.
A primeira rodada do Mídia's Cup, campeonato de futebol society, promovido pelo Grupo de Mídia São Paulo, que reúne anualmente profissionais de mídia das principais agências do País, hoje (14/08), às 20h30, no Bola Brasil, Av. Alberto Augusto Alves, 151, próximo a ponte João Dias. Serão quatro jogos: Leo Burnett X Neogama; Fischer X Lew Lara; J. Walter Thompson X Eugênio; e DPZ X África. Após o Torneio Início, espécie de aquecimento para o certame realizado no dia 7 de agosto, os jogos passam a valer pontos para a classificação nas quartas de finais. A prévia teve 15 jogos disputados com muita garra pelas equipes, dando vitória à Leo Burnett, por 5 X 0 no embate com a Fischer. A Leo foi a vencedora do 3º Mídia's Cup, realizado no ano passado. O Mídias Cup é um evento idealizado pela divisão de integração do Grupo de Mídia São Paulo (GMSP) e visa estreitar o relacionamento entre os mídias das principais agências de São Paulo e o Grupo de Mídia São Paulo. O evento é produzido pela MV Sports e conta com patrocínio da Globosat Canais. Durante todo o campeonato, o site comercial da Globosat trará a cobertura oficial e exclusiva do Mídia's Cup, com boletins semanais realizados pelo SporTV. O www.globosatcomercial.com.br divulgará resultados das partidas, fotos, vídeos, comentários e tabelas dos jogos.
J.Cocco promove grandes Passeios Ciclísticos
14/8/2007 17:49:00
A J.Cocco Sport Marketing, unidade de marketing esportivo da J.Cocco Comunicação e Marketing, organizará, simultaneamente nas cidades de São Paulo e Mogi das Cruzes, dois Passeios Ciclísticos da Primavera - Passeio em Família, com a previsão de reunir um total de mais de 10 mil participantes. Os Hipermercados Extra, em parceria com a Rede Bandeirantes, assinam a realização dos eventos que acontecem no próximo dia 2 de setembro, às 8 horas em São Paulo e às 9 horas em Mogi das Cruzes, com os apoios da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação do município de São Paulo e Prefeitura de Mogi das Cruzes e dos patrocinadores locais.
A J.Cocco Sport Marketing, unidade de marketing esportivo da J.Cocco Comunicação e Marketing, organizará, simultaneamente nas cidades de São Paulo e Mogi das Cruzes, dois Passeios Ciclísticos da Primavera - Passeio em Família, com a previsão de reunir um total de mais de 10 mil participantes. Os Hipermercados Extra, em parceria com a Rede Bandeirantes, assinam a realização dos eventos que acontecem no próximo dia 2 de setembro, às 8 horas em São Paulo e às 9 horas em Mogi das Cruzes, com os apoios da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação do município de São Paulo e Prefeitura de Mogi das Cruzes e dos patrocinadores locais.
Adidas lança nova versão do "Chute de Craque"
14/8/2007 17:50:00
A adidas lança nessa semana a nova versão da promoção "Chute de Craque", com objetivo de oferecer experiências exclusivas aos torcedores do Palmeiras, clube patrocinado pela marca, e se aproximar dos fãs e da equipe alviverde. A partir de agora, os torcedores que acessarem a seção Palmeiras dentro do site www.adidas.com terão a chance de participar de um quiz sobre a história do clube. Os participantes que se saírem melhor no jogo de perguntas e respostas, serão convidados a participar da ação "Chute de Craque" nos jogos que acontecem aos domingos.
A adidas lança nessa semana a nova versão da promoção "Chute de Craque", com objetivo de oferecer experiências exclusivas aos torcedores do Palmeiras, clube patrocinado pela marca, e se aproximar dos fãs e da equipe alviverde. A partir de agora, os torcedores que acessarem a seção Palmeiras dentro do site www.adidas.com terão a chance de participar de um quiz sobre a história do clube. Os participantes que se saírem melhor no jogo de perguntas e respostas, serão convidados a participar da ação "Chute de Craque" nos jogos que acontecem aos domingos.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Marketing Esportivo Brasil
Estudo inédito mostra que marketing esportivo do Brasil gira US$ 237 milhões 14/07/2000
Proporcionalmente, marketing esportivo no Brasil é três vezes menor que na Alemanha e no Japão; motivos vão da desorganização de calendário à fragmentação dos intermediários
Com a Copa dos Campeões, o futebol e o mercado publicitário ficaram mais próximos. Começou na competição um trabalho inédito: a cada minuto de bola rolando, será checado o valor que as empresas patrocinadoras dos oito clubes obtêm na TV, em revistas e jornais. É só o primeiro passo de uma ação ambiciosa para provar que o patrocínio esportivo vale a pena. Afinal, hoje ninguém sabe dizer com exatidão se é melhor gastar milhões para patrocinar um time de futebol, ou uns trocados para um triatleta.
Essa falta de dados é um dos motivos que deixa o Brasil na quarta divisão do marketing esportivo mundial, perdendo até para os "sem-cintura alemães", como o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, classifica os jogadores germânicos.
Segundo um estudo inédito feito pela agência de marketing esportivo TopSports, a verba gasta com o esporte verde-amarelo somou US$ 237 milhões em 1999, ou 4,1% do mercado publicitário brasileiro – se levado em consideração os US$ 5,7 bilhões apurados pelo Meio & Mensagem/Intermeios em 1999 –, ou 3,1% se valerem os números do Ibope (US$ 7,5 bilhões).
No Japão e Alemanha, a mídia representada pelos esportes atinge a casa dos 7,4% e 11,3%, nessa ordem.
–O esporte brasileiro ainda não sabe vender. As empresas dizem que não há garantia de entrega do produto, nem avaliação de resultados , diz um dos sócios da TopSports, Luiz Fernando Pozzi.
–Faltam garantias de que a marca será exposta corretamente nas camisas, no campo, nas entrevistas, que os jogos acontecerão nas datas previstas. E não sabemos, ao fim do contrato, se a exposição obtida foi aproveitada pela empresa–, diz o publicitário Celso Loducca, da Lowe Loducca. Ele também já usou um time de futebol, o Rio Branco de Americana, para fazer a própria propaganda de sua agência.
–A disputa pela verba publicitária tem crescido com a segmentação das mídias e os novos nichos de consumidores –, diz o diretor de marketing do Clube dos 13, Jaime Franco.
Foi por isso que o Clube dos 13 assinou um contrato de um ano com a SiS, agência de consultoria especializada em avaliar a exposição de marcas na mídia.
–Os clubes saberão quanto cada marca vale porque os espaços ocupados na mídia têm um valor, o custo do anúncio–, explica Renato Politi, sócio da SiS.
Com os relatórios mensais, os clubes saberão porque um time aparece mais que outro, qual marca teve mais espaço e por quê.
Os clubes são os focos principais porque são os mais importantes no esporte brasileiro. Eles têm 42% dos US$ 237 milhões que as empresas gastam com marketing esportivo.
–É um mercado concentrado, nos clubes e na TV, mas com muito intermediário vendendo oportunidades –, diz outro sócio da TopSports, Leonardo Lenz Cesar.
De fato, a TV fica com 48% da verba do marketing esportivo, sendo que só patrocínios – camisa e fornecedor de material esportivo – engolem 40% dos mesmos US$ 237 milhões.
A solução que times, agências de marketing e entidades desportivas buscam é racionalizar a intermediação e diversificar as ações.
–A ligação mais estreita entre esporte e marketing garantirá a entrega de um produto mais bem acabado, ao mesmo tempo em que vai criar formas diferentes de aplicar a verba publicitária–, diz o presidente da ISL Brasil, Wesley Cardia, que responde pela área comercial do Flamengo
Marketing Esportivo no Brasil www.ibme.org.br
A origem do marketing esportivo do Brasil da mesma forma como do mundo, não se tem nenhum dado concreto. Agora os principais cases de sucesso foram a partir da década de 90 com a Parmalat no futebol e com o Banco do Brasil no voleibol.
De acordo com o site Arena Sports (2007), a indústria esportiva no Brasil, movimenta em média R$ 31 bilhões por ano, o equivalente a 3,3 % do Produto Interno Bruto.
Distribuição dos investimentos em patrocínios no Brasil (em mil R$)
63% - Futebol: 205.300
Patrocínio times 82.630
Publicidade em estádio 38.000
Atletas 1.920
Seleção(*) 81.000
Eventos 1.750
15% - Vôlei: 49.000
Superliga 22.200
Vôlei de Praia 6.300
Atletas 4.800
Outros 1.000
5% Basquete: 16.496
Liga / Seleção 15.596
Atletas 900
2% Futsal: 5.626
Atletas 420
Esporte Motor - 1% 3.872
Atletas 720
Eventos 3.152
2% Tênis: 7.900
Atletas 3.300
Eventos 4.600
12% Outros: 40.266
328.460
(*) O valor dos patrocínios da Seleção Brasileira correspondem a quase 40% do total em futebol.
O segundo lugar do Vôlei é garantido pelo acordo com o Banco do Brasil, que basicamente sustenta o Vôlei de Praia, as Seleções e os principais atletas.
O patrocínio de tênis é claramente impactado pelo fenômeno Guga e criação de torneios no Brasil.
Fonte: TopSports
Marketing Esportivo no Mundo
A origem do marketing esportivo no mundo é questionável, uns dizem que foi no Império Romano, outros no Estados Unidos no começo do século XX e até mesmo na Itália. O fato é que a partir do momento que alguém usou o esporte para divulgar sua empresa ou usufruiu do marketing para alguma modalidade esportiva, mesmo que de forma inconsciente, este estava fazendo marketing esportivo. Por isso a dificuldade de se precisar sua origem.
O marketing segundo o seu maior conhecedor, Philip Kotler: “é um processo social e gerencial através do qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores com outras pessoas”. Já o marketing esportivo não tem um conceito pré-definido nem um papa na área como Kotler, pois seus estudos são muito recentes. Todavia pode-se colocar o conceito de marketing esportivo como o marketing ligado ao esporte.
O marketing esportivo possui duas vertentes:
:: O marketing através do esporte: quando uma empresa utiliza o esporte como veículo de marketing.
:: O marketing do esporte: quando uma entidade esportiva utiliza o marketing para atingir seus clientes, no caso os torcedores, fãs, etc.
A industria esportiva é o setor que mais cresce no mundo, segundo dados do site Arena Sports, em 1982 a indústria americana de esporte era composta de apenas 10 investidores, hoje essa realidade é de 3,4 mil empresas. No mundo todo o setor movimenta algo em torno de 1 trilhão de dólares.
Ainda de acordo com o site Arena Sports, nos EUA, a indústria do esporte gera US$ 613 bilhões por ano, representando 6,7 do PIB (É a primeira indústria do país, à frente da indústria automobilística).
www.mktesportivo.cjb.net
www.ibme.org.br
Proporcionalmente, marketing esportivo no Brasil é três vezes menor que na Alemanha e no Japão; motivos vão da desorganização de calendário à fragmentação dos intermediários
Com a Copa dos Campeões, o futebol e o mercado publicitário ficaram mais próximos. Começou na competição um trabalho inédito: a cada minuto de bola rolando, será checado o valor que as empresas patrocinadoras dos oito clubes obtêm na TV, em revistas e jornais. É só o primeiro passo de uma ação ambiciosa para provar que o patrocínio esportivo vale a pena. Afinal, hoje ninguém sabe dizer com exatidão se é melhor gastar milhões para patrocinar um time de futebol, ou uns trocados para um triatleta.
Essa falta de dados é um dos motivos que deixa o Brasil na quarta divisão do marketing esportivo mundial, perdendo até para os "sem-cintura alemães", como o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, classifica os jogadores germânicos.
Segundo um estudo inédito feito pela agência de marketing esportivo TopSports, a verba gasta com o esporte verde-amarelo somou US$ 237 milhões em 1999, ou 4,1% do mercado publicitário brasileiro – se levado em consideração os US$ 5,7 bilhões apurados pelo Meio & Mensagem/Intermeios em 1999 –, ou 3,1% se valerem os números do Ibope (US$ 7,5 bilhões).
No Japão e Alemanha, a mídia representada pelos esportes atinge a casa dos 7,4% e 11,3%, nessa ordem.
–O esporte brasileiro ainda não sabe vender. As empresas dizem que não há garantia de entrega do produto, nem avaliação de resultados , diz um dos sócios da TopSports, Luiz Fernando Pozzi.
–Faltam garantias de que a marca será exposta corretamente nas camisas, no campo, nas entrevistas, que os jogos acontecerão nas datas previstas. E não sabemos, ao fim do contrato, se a exposição obtida foi aproveitada pela empresa–, diz o publicitário Celso Loducca, da Lowe Loducca. Ele também já usou um time de futebol, o Rio Branco de Americana, para fazer a própria propaganda de sua agência.
–A disputa pela verba publicitária tem crescido com a segmentação das mídias e os novos nichos de consumidores –, diz o diretor de marketing do Clube dos 13, Jaime Franco.
Foi por isso que o Clube dos 13 assinou um contrato de um ano com a SiS, agência de consultoria especializada em avaliar a exposição de marcas na mídia.
–Os clubes saberão quanto cada marca vale porque os espaços ocupados na mídia têm um valor, o custo do anúncio–, explica Renato Politi, sócio da SiS.
Com os relatórios mensais, os clubes saberão porque um time aparece mais que outro, qual marca teve mais espaço e por quê.
Os clubes são os focos principais porque são os mais importantes no esporte brasileiro. Eles têm 42% dos US$ 237 milhões que as empresas gastam com marketing esportivo.
–É um mercado concentrado, nos clubes e na TV, mas com muito intermediário vendendo oportunidades –, diz outro sócio da TopSports, Leonardo Lenz Cesar.
De fato, a TV fica com 48% da verba do marketing esportivo, sendo que só patrocínios – camisa e fornecedor de material esportivo – engolem 40% dos mesmos US$ 237 milhões.
A solução que times, agências de marketing e entidades desportivas buscam é racionalizar a intermediação e diversificar as ações.
–A ligação mais estreita entre esporte e marketing garantirá a entrega de um produto mais bem acabado, ao mesmo tempo em que vai criar formas diferentes de aplicar a verba publicitária–, diz o presidente da ISL Brasil, Wesley Cardia, que responde pela área comercial do Flamengo
Marketing Esportivo no Brasil www.ibme.org.br
A origem do marketing esportivo do Brasil da mesma forma como do mundo, não se tem nenhum dado concreto. Agora os principais cases de sucesso foram a partir da década de 90 com a Parmalat no futebol e com o Banco do Brasil no voleibol.
De acordo com o site Arena Sports (2007), a indústria esportiva no Brasil, movimenta em média R$ 31 bilhões por ano, o equivalente a 3,3 % do Produto Interno Bruto.
Distribuição dos investimentos em patrocínios no Brasil (em mil R$)
63% - Futebol: 205.300
Patrocínio times 82.630
Publicidade em estádio 38.000
Atletas 1.920
Seleção(*) 81.000
Eventos 1.750
15% - Vôlei: 49.000
Superliga 22.200
Vôlei de Praia 6.300
Atletas 4.800
Outros 1.000
5% Basquete: 16.496
Liga / Seleção 15.596
Atletas 900
2% Futsal: 5.626
Atletas 420
Esporte Motor - 1% 3.872
Atletas 720
Eventos 3.152
2% Tênis: 7.900
Atletas 3.300
Eventos 4.600
12% Outros: 40.266
328.460
(*) O valor dos patrocínios da Seleção Brasileira correspondem a quase 40% do total em futebol.
O segundo lugar do Vôlei é garantido pelo acordo com o Banco do Brasil, que basicamente sustenta o Vôlei de Praia, as Seleções e os principais atletas.
O patrocínio de tênis é claramente impactado pelo fenômeno Guga e criação de torneios no Brasil.
Fonte: TopSports
Marketing Esportivo no Mundo
A origem do marketing esportivo no mundo é questionável, uns dizem que foi no Império Romano, outros no Estados Unidos no começo do século XX e até mesmo na Itália. O fato é que a partir do momento que alguém usou o esporte para divulgar sua empresa ou usufruiu do marketing para alguma modalidade esportiva, mesmo que de forma inconsciente, este estava fazendo marketing esportivo. Por isso a dificuldade de se precisar sua origem.
O marketing segundo o seu maior conhecedor, Philip Kotler: “é um processo social e gerencial através do qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores com outras pessoas”. Já o marketing esportivo não tem um conceito pré-definido nem um papa na área como Kotler, pois seus estudos são muito recentes. Todavia pode-se colocar o conceito de marketing esportivo como o marketing ligado ao esporte.
O marketing esportivo possui duas vertentes:
:: O marketing através do esporte: quando uma empresa utiliza o esporte como veículo de marketing.
:: O marketing do esporte: quando uma entidade esportiva utiliza o marketing para atingir seus clientes, no caso os torcedores, fãs, etc.
A industria esportiva é o setor que mais cresce no mundo, segundo dados do site Arena Sports, em 1982 a indústria americana de esporte era composta de apenas 10 investidores, hoje essa realidade é de 3,4 mil empresas. No mundo todo o setor movimenta algo em torno de 1 trilhão de dólares.
Ainda de acordo com o site Arena Sports, nos EUA, a indústria do esporte gera US$ 613 bilhões por ano, representando 6,7 do PIB (É a primeira indústria do país, à frente da indústria automobilística).
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